Duas coisas contribuem para o elevado estado de degradação moral e espiritual que atingiu a minha produção, quer científica quer de trabalho remunerado, de qualquer maneira quase sempre desembocando, neste sistema capitalista em que vivemos, em euros negativos - perdidos ou endividados - e que me fez ficar, mais uma vez, entalado:
1. O mais profundo desrespeito e desconhecimento por uma coisa chamada 'disciplina'.
2. A noção, idealista, para não dizer romântica suicida, de que o trabalho iniciado nunca sairá perfeito, e que portanto não terá sucesso no mundo exterior que, imagine-se, eu também imagino perfeito.
3. (afinal são mais que duas) O pânico de última hora resolve questões burocráticas, é certo, mas conduz a uma grande confusão mental e dificilmente produz resultados construtivos ou de algum modo acumuláveis.
E agora volto ao trabalho de última hora!
quarta-feira, 15 de julho de 2009
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Feminismos...
Quando elas dizem 'aqueles abdominais até davam para lavar lá a roupa' é porque precisam de um tanque novo?
sábado, 4 de julho de 2009
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Mais uma prova de que a astrologia é uma tanga dos diabos...
Via my.yahoo.com
"You've never been afraid to put some distance between you and a problem that just won't be solved. You don't do it often, but when you've tried your best for a long time and not gotten anywhere, you're smart enough to know that a change of scenery can work wonders. So now that you've decided you're just about done putting all your energy into what's beginning to look like a no-win situation, isn't it time for a trip? Just a quick one?"
Dead wrong, again :-)
"You've never been afraid to put some distance between you and a problem that just won't be solved. You don't do it often, but when you've tried your best for a long time and not gotten anywhere, you're smart enough to know that a change of scenery can work wonders. So now that you've decided you're just about done putting all your energy into what's beginning to look like a no-win situation, isn't it time for a trip? Just a quick one?"
Dead wrong, again :-)
sexta-feira, 26 de junho de 2009
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Barshiluna
Nunca se sabe se barcelona é a imagem que dela se faz ou ela pròpria.
Barcelona està na rua, està nas fotografias que enfeitam os autocarros-
Da poluiçao ninguém fala...
Barcelona està na rua, està nas fotografias que enfeitam os autocarros-
Da poluiçao ninguém fala...
terça-feira, 2 de junho de 2009
quinta-feira, 14 de maio de 2009
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Poesia de meseta,
sombra de Agosto lembrada
em Novembro,
da árvore que nunca existiu...
Tudo é vento, Nada é água,
Às cinco da tarde mataram o Touro,
Às cinco da tarde o Touro está vivo.
Às cinco da tarde, aquele Touro preto nunca não existiu.
sombra de Agosto lembrada
em Novembro,
da árvore que nunca existiu...
Tudo é vento, Nada é água,
Às cinco da tarde mataram o Touro,
Às cinco da tarde o Touro está vivo.
Às cinco da tarde, aquele Touro preto nunca não existiu.
Mar de Céu. Mar de Terra.
Na Meseta não se viaja, navega-se.
De dia pelos sobreiros e pelas azinheiras
(olha o carvalho sábio!), sombras generosamente
originais e amantes; Sozinhas contra o Vento
e contra o Sol.
De noite pelas estrelas. Nossa casa,
luz da alma, 30.000 milhões de fogos
sem tempo nem lugar.
Ao lusco fusco pelos mortos; vítimas
conformadas do cieiro do suão e do galego.
Acenam-te de raspão, tentam confundir-te,
ama-os como a ti mesmo.
Nevou no Candelário,
Um grifo voa no ar quente,
da ladeira...
De dia pelos sobreiros e pelas azinheiras
(olha o carvalho sábio!), sombras generosamente
originais e amantes; Sozinhas contra o Vento
e contra o Sol.
De noite pelas estrelas. Nossa casa,
luz da alma, 30.000 milhões de fogos
sem tempo nem lugar.
Ao lusco fusco pelos mortos; vítimas
conformadas do cieiro do suão e do galego.
Acenam-te de raspão, tentam confundir-te,
ama-os como a ti mesmo.
Nevou no Candelário,
Um grifo voa no ar quente,
da ladeira...
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